
As flores que embriagam. A névoa que distrai. A nuvem que lembra. A música que transcende. A cena que estapeia. O livro que desmascara. A infecção que cresce. O pus que escorre. AAAAAAA...
A bailarina que sorri; o fogo que acalma; a gata que brinca; a meia que aquece; o sopro que esquece.
O beijo que briga; a unha que machuca; o frio que previne; o homem que se perde.
Que o mel é doce é coisa de que me nego a afirmar, mas que parece doce eu afirmo plenamente.

Nenhum comentário:
Postar um comentário